A ENFERMAGEM E O CUIDADO INTERCULTURAL: EXPERIÊNCIA EM UMA COMUNIDADE INDÍGENA - Revista Novos Desafios
| dc.contributor.author | Deuziene Ferreira da Silva Oliveira | |
| dc.contributor.author | Giullia Bianca Ferraciolli COUTO;Adriana Keila DIAS;Mairy Ferreira Melo REZENDE;Juliane Marcelino SANTANA | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-21T17:35:30Z | |
| dc.date.available | 2026-07-21T17:35:30Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.description.abstract | Este artigo relata a experiência de uma acadêmica de enfermagem durante uma visita técnica à Aldeia Pedra Branca, um território do povo Krahô no estado do Tocantins. O objetivo do trabalho é analisar a realidade do atendimento de saúde na comunidade, destacando as barreiras e particularidades do cuidado intercultural. Discutindo as limitações enfrentadas pela população indígena, como a escassez de profissionais de saúde, a falta de medicamentos e a precariedade da infraestrutura e do saneamento básico. A pesquisa ressalta que a atuação profissional, regida pela Política Nacional de Atenção à Saúde Indígena (PNASPI), deve superar esses desafios logísticos e estruturais. Um ponto central do relato é a interação com o pajé da comunidade, que evidencia a importância da medicina tradicional, da espiritualidade e do respeito aos saberes ancestrais. O artigo argumenta que a prática de enfermagem deve ser culturalmente competente, combinando o conhecimento científico com as práticas de cura locais para construir uma relação de confiança e fornecer um cuidado mais integral e humanizado. A experiência pessoal da aluna reforça a necessidade de uma atuação profissional sensível, capaz de defender políticas públicas mais eficazes e de reconhecer a riqueza dos saberes indígenas.Este artigo relata a experiência de uma acadêmica de enfermagem durante uma visita técnica à Aldeia Pedra Branca, um território do povo Krahô no estado do Tocantins. O objetivo do trabalho é analisar a realidade do atendimento de saúde na comunidade, destacando as barreiras e particularidades do cuidado intercultural. Discutindo as limitações enfrentadas pela população indígena, como a escassez de profissionais de saúde, a falta de medicamentos e a precariedade da infraestrutura e do saneamento básico. A pesquisa ressalta que a atuação profissional, regida pela Política Nacional de Atenção à Saúde Indígena (PNASPI), deve superar esses desafios logísticos e estruturais. Um ponto central do relato é a interação com o pajé da comunidade, que evidencia a importância da medicina tradicional, da espiritualidade e do respeito aos saberes ancestrais. O artigo argumenta que a prática de enfermagem deve ser culturalmente competente, combinando o conhecimento científico com as práticas de cura locais para construir uma relação de confiança e fornecer um cuidado mais integral e humanizado. A experiência pessoal da aluna reforça a necessidade de uma atuação profissional sensível, capaz de defender políticas públicas mais eficazes e de reconhecer a riqueza dos saberes indígenas. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.iescfag.edu.br/handle/123456789/398 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Revista Novos Desafios - v. 5, n. 2, 2025, p. 246-255 | |
| dc.relation.ispartofseries | 2764-1724 | |
| dc.title | A ENFERMAGEM E O CUIDADO INTERCULTURAL: EXPERIÊNCIA EM UMA COMUNIDADE INDÍGENA - Revista Novos Desafios |
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