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Repositório de Produção Institucional - IESC Faculdade Guaraí

 

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DETECÇÃO PRECOCE DE LESÕES CERVICAIS; O PAPEL DO EXAME DE PAPANICOLAOU - Revista Novos Desafios
(Revista Novos Desafios - v. 5, n. 3, 2025, p. 01-11, 2025) Millena Martins CANUTO; Waleusca Lira XAVIER; Jaqueline Rodrigues da SILVA
O câncer do colo do útero é uma neoplasia de alta incidência entre mulheres, causada principalmente pela infecção persistente por Papilomavírus Humano (HPV) de alto risco. A detecção precoce de lesões cervicais é fundamental para reduzir a morbimortalidade associada, sendo o exame de Papanicolau a principal ferramenta de rastreamento. Este estudo consiste em uma revisão bibliográfica narrativa, utilizando artigos publicados entre 2020 e 2023 e dados secundários do Sistema Único de Saúde. Foram analisados aspectos epidemiológicos das lesões cervicais, a eficácia do exame de Papanicolau, fatores que influenciam a adesão ao rastreamento e o papel dos profissionais de saúde na prevenção e detecção precoce. Os resultados indicam que, embora o exame seja eficaz e de baixo custo, barreiras socioculturais, econômicas e de acesso limitam sua cobertura. A educação em saúde, a capacitação dos profissionais e políticas públicas eficazes são determinantes para aumentar a adesão ao rastreamento e reduzir a incidência e mortalidade por câncer cervical. Conclui-se que o exame de Papanicolau, aliado a estratégias educativas e preventivas, constitui ferramenta indispensável para a prevenção do câncer do colo do útero e para o fortalecimento das políticas de saúde pública voltadas à mulher
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BURNOUT EM PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: FATORES ASSOCIADOS E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO. - Revista Novos Desafios
(Revista Novos Desafios - v. 5, n. 2, 2025, p. 01-11, 2025) Isadora de Oliveira Barbosa SILVA; Juliane Marcelino dos Santos SANTANA; Arivandre Araújo Guimarães TAVARES
Atualmente, a Síndrome de Burnout se descreve como um distúrbio de caráter ocupacional, resultante da exposição prolongada ao estresse laboral crônico, sendo prevalente entre profissionais de enfermagem devido à sobrecarga de trabalho, jornadas extensas e profissionais que atuam diariamente sob pressão. O artigo tem como objetivo apresentar os fatores mais relevantes associados à ocorrência da síndrome em enfermeiros, bem como as estratégias de enfrentamento identificadas na literatura científica recente. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, de natureza qualitativa e exploratória, realizada nas bases SciELO, LILACS, PubMed e Google Acadêmico, com publicações entre 2010 e 2025. A análise evidenciou que a síndrome está relacionada a condições organizacionais precárias, sobrecarga emocional, falta de reconhecimento profissional e insuficiência de suporte institucional. Além disso, destaca-se a importância das estratégias de enfrentamento, como o fortalecimento do apoio social, a promoção da saúde mental e a implementação de políticas institucionais voltadas ao bem-estar do trabalhador. Conclui-se que compreender e intervir sobre os fatores de risco é fundamental para reduzir a incidência do Burnout e promover ambientes de trabalho mais saudáveis na enfermagem.
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A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA HUMANIZADA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NO SISTEMA ÚNICO DE SAUDE – SUS -Revista Novos Desafios
(Revista Novos Desafios - v. 6, n. 1, 2026, p. 01-12, 2026) Carlla Santiago OLIVEIRA; Yasmim Ferreira da SILVA; Jaqueline Rodrigues da SILVA
A assistência à criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Sistema Único de Saúde (SUS) exige práticas que considerem suas particularidades sensoriais, comunicacionais e comportamentais. Nesse contexto, a humanização do cuidado emerge como elemento essencial para qualificar o atendimento e promover inclusão. O presente estudo teve como objetivo analisar a importância da assistência humanizada de enfermagem à criança com TEA no SUS, destacando seus impactos na qualidade do cuidado e na experiência familiar. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, realizada por meio da análise de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025, além de documentos normativos relacionados à temática. Os resultados evidenciaram que práticas humanizadas contribuem para a redução de estresse e crises comportamentais, fortalecimento do vínculo terapêutico, maior adesão ao tratamento e aumento da confiança da família no serviço de saúde. Também foram identificados desafios estruturais e organizacionais, como insuficiência de capacitação profissional, ausência de protocolos específicos e limitações ambientais nos serviços. Conclui-se que a assistência humanizada constitui estratégia fundamental para promover cuidado integral, equitativo e centrado na criança com TEA, sendo necessária a ampliação de investimentos em formação permanente e reorganização dos fluxos assistenciais no SUS.
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A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE ÀS BARREIRAS DE ACESSO DOS POVOS INDÍGENAS AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
(Revista Novos Desafios - v. 6, n. 1, 2026, p. 01-12, 2026) Ingrid Raielle Silva LIMA; Jaqueline Rodrigues da SILVA
O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica da literatura, a atuação da enfermagem frente às barreiras de acesso enfrentadas pelos povos indígenas nos serviços de saúde. Foram selecionados 20 estudos publicados entre 2015 e 2025 nas bases SciELO, PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico. A análise foi organizada em eixos temáticos relacionados às barreiras geográficas, estruturais, organizacionais e culturais, bem como ao papel da enfermagem na mediação intercultural e na promoção do cuidado integral. Observou-se que, apesar da existência de políticas públicas específicas, como a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e a organização dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, persistem desafios que comprometem a equidade e a integralidade da assistência, especialmente em regiões como o estado do Tocantins. Conclui-se que a atuação da enfermagem é fundamental para a superação dessas barreiras, por meio do acolhimento, da escuta qualificada, da educação em saúde e do respeito às especificidades socioculturais, contribuindo para a ampliação do acesso e para a efetivação de um cuidado humanizado e intercultural.
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A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE ÀS BARREIRAS DE ACESSO DOS POVOS INDÍGENAS AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
(Revista Novos Desafios - v. 6, n. 1, 2026, p. 01-12, 2026) Ingrid Raielle Silva LIMA; Jaqueline Rodrigues da SILVA
O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica da literatura, a atuação da enfermagem frente às barreiras de acesso enfrentadas pelos povos indígenas nos serviços de saúde. Foram selecionados 20 estudos publicados entre 2015 e 2025 nas bases SciELO, PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico. A análise foi organizada em eixos temáticos relacionados às barreiras geográficas, estruturais, organizacionais e culturais, bem como ao papel da enfermagem na mediação intercultural e na promoção do cuidado integral. Observou-se que, apesar da existência de políticas públicas específicas, como a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e a organização dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, persistem desafios que comprometem a equidade e a integralidade da assistência, especialmente em regiões como o estado do Tocantins. Conclui-se que a atuação da enfermagem é fundamental para a superação dessas barreiras, por meio do acolhimento, da escuta qualificada, da educação em saúde e do respeito às especificidades socioculturais, contribuindo para a ampliação do acesso e para a efetivação de um cuidado humanizado e intercultural.