Navegando por Autor "Jaqueline Rodrigues da SILVA"
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Item A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE ÀS BARREIRAS DE ACESSO DOS POVOS INDÍGENAS AOS SERVIÇOS DE SAÚDE(Revista Novos Desafios - v. 6, n. 1, 2026, p. 01-12, 2026) Ingrid Raielle Silva LIMA; Jaqueline Rodrigues da SILVAO presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica da literatura, a atuação da enfermagem frente às barreiras de acesso enfrentadas pelos povos indígenas nos serviços de saúde. Foram selecionados 20 estudos publicados entre 2015 e 2025 nas bases SciELO, PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico. A análise foi organizada em eixos temáticos relacionados às barreiras geográficas, estruturais, organizacionais e culturais, bem como ao papel da enfermagem na mediação intercultural e na promoção do cuidado integral. Observou-se que, apesar da existência de políticas públicas específicas, como a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e a organização dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, persistem desafios que comprometem a equidade e a integralidade da assistência, especialmente em regiões como o estado do Tocantins. Conclui-se que a atuação da enfermagem é fundamental para a superação dessas barreiras, por meio do acolhimento, da escuta qualificada, da educação em saúde e do respeito às especificidades socioculturais, contribuindo para a ampliação do acesso e para a efetivação de um cuidado humanizado e intercultural.Item A IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA HUMANIZADA DE ENFERMAGEM À CRIANÇA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NO SISTEMA ÚNICO DE SAUDE – SUS -Revista Novos Desafios(Revista Novos Desafios - v. 6, n. 1, 2026, p. 01-12, 2026) Carlla Santiago OLIVEIRA; Yasmim Ferreira da SILVA; Jaqueline Rodrigues da SILVAA assistência à criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Sistema Único de Saúde (SUS) exige práticas que considerem suas particularidades sensoriais, comunicacionais e comportamentais. Nesse contexto, a humanização do cuidado emerge como elemento essencial para qualificar o atendimento e promover inclusão. O presente estudo teve como objetivo analisar a importância da assistência humanizada de enfermagem à criança com TEA no SUS, destacando seus impactos na qualidade do cuidado e na experiência familiar. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, realizada por meio da análise de artigos científicos publicados entre 2020 e 2025, além de documentos normativos relacionados à temática. Os resultados evidenciaram que práticas humanizadas contribuem para a redução de estresse e crises comportamentais, fortalecimento do vínculo terapêutico, maior adesão ao tratamento e aumento da confiança da família no serviço de saúde. Também foram identificados desafios estruturais e organizacionais, como insuficiência de capacitação profissional, ausência de protocolos específicos e limitações ambientais nos serviços. Conclui-se que a assistência humanizada constitui estratégia fundamental para promover cuidado integral, equitativo e centrado na criança com TEA, sendo necessária a ampliação de investimentos em formação permanente e reorganização dos fluxos assistenciais no SUS.Item DETECÇÃO PRECOCE DE LESÕES CERVICAIS; O PAPEL DO EXAME DE PAPANICOLAOU - Revista Novos Desafios(Revista Novos Desafios - v. 5, n. 3, 2025, p. 01-11, 2025) Millena Martins CANUTO; Waleusca Lira XAVIER; Jaqueline Rodrigues da SILVAO câncer do colo do útero é uma neoplasia de alta incidência entre mulheres, causada principalmente pela infecção persistente por Papilomavírus Humano (HPV) de alto risco. A detecção precoce de lesões cervicais é fundamental para reduzir a morbimortalidade associada, sendo o exame de Papanicolau a principal ferramenta de rastreamento. Este estudo consiste em uma revisão bibliográfica narrativa, utilizando artigos publicados entre 2020 e 2023 e dados secundários do Sistema Único de Saúde. Foram analisados aspectos epidemiológicos das lesões cervicais, a eficácia do exame de Papanicolau, fatores que influenciam a adesão ao rastreamento e o papel dos profissionais de saúde na prevenção e detecção precoce. Os resultados indicam que, embora o exame seja eficaz e de baixo custo, barreiras socioculturais, econômicas e de acesso limitam sua cobertura. A educação em saúde, a capacitação dos profissionais e políticas públicas eficazes são determinantes para aumentar a adesão ao rastreamento e reduzir a incidência e mortalidade por câncer cervical. Conclui-se que o exame de Papanicolau, aliado a estratégias educativas e preventivas, constitui ferramenta indispensável para a prevenção do câncer do colo do útero e para o fortalecimento das políticas de saúde pública voltadas à mulherItem SÍFILIS ADQUIRIDA 2017 - 2021: PANORAMA NACIONAL E UMA ANÁLISE COMPARATIVA DAS NOTIFICAÇÕES DAS MACRORREGIÕES DO BRASIL(Revista Novos Desafios- v.5, n. 2, 2025, p. 222-233, 2025) Sthefany Fonseca de OLIVEIRA; Maria Eduarda Ribeiro AGUIAR; Jaqueline Rodrigues da SILVAEste estudo descreve a evolução e a distribuição da sífilis adquirida no Brasil (2017–2021) por sexo, faixas etárias e macrorregiões, e apresenta proposta de intervenção educativa no ambiente acadêmico da saúde. Trata-se de estudo ecológico com dados do SINAN/DATASUS e populações do IBGE. Calculamos taxas por 100 000 habitantes por ano e por estratos; quando não padronizadas por idade, mostramos taxas específicas para 10– 14, 15–19, 20–39, 40–59 e ≥60 anos, comparando tendências temporais e contrastes regionais. Observou-se aumento de casos até 2018, queda em 2020 e retomada parcial em 2021. As maiores taxas concentraram-se em 20–39 anos e no sexo masculino. O Sudeste manteve níveis mais elevados, seguido do Sul; Norte e Centro-Oeste alternaram posições conforme o ano. As diferenças persistiram após estratificação por idade, indicando padrão heterogêneo e maior carga em homens e adultos jovens. A queda de 2020 provavelmente reflete redução da testagem e do acesso durante a pandemia, apontando a necessidade de ampliar testagem, rastreamento de parceiros e qualificação da vigilância para mitigar subnotificação e desigualdades regionais. Dado que as Infecções Sexualmente Transmissíveis seguem problema central de saúde pública, com impacto desproporcional em adolescentes e jovens, propomos ação de extensão, com referencial teórico-científico, para ampliar literacia em saúde sexual, reduzir estigmas e promover prevenção com preservativos e estratégias de redução de danos, como PrEP e PEP. A intervenção delineia objetivos, métodos e resultados esperados por meio de materiais educativos, demonstrações do uso correto de preservativos e rodas de conversa, visando qualificar conhecimentos